Postado em 03 de setembro 2025
No Brasil, as principais espécies de grama são: Esmeralda (Zoysia japonica); São Carlos (Axonopus compressus); Batatais (Paspalum notatum); Santo Agostinho (Stenotaphrum secundatum); Bermudas (Cynodon dactylon) e Grama-coreana (Zoysia tenuifolia). Destas, a grama esmeralda é uma das mais usadas em projetos de paisagismo e em jardins residenciais.
Vale lembrar que em projetos de paisagismo, o gramado costuma ser um dos elementos estruturais mais importantes, sendo responsável por abrigar as outras espécies de plantas, “moldando” o quadro geral da paisagem.
Assim, a grama Esmeralda é muito conhecida tanto por sua beleza estética quanto por ser de fácil manutenção.
A grama Esmeralda é uma espécie indicada para regiões com clima quente, pois tem boa tolerância à radiação solar intensa e à seca e não precisa de muita água para se desenvolver.
Ao mesmo tempo, a grama Esmeralda é eficaz na proteção contra a erosão do solo e tem boa resistência ao pisoteio. Como característica visual, é uma grama de folhas finas e cor verde viva, por isso mesmo muito usada em jardins, calçadas e áreas residenciais.
Quando bem plantada e cuidada corretamente, a grama Esmeralda forma um tapete denso, além de crescer bem em clima tropical.
Essa costuma ser uma dúvida recorrente. Em termos gerais, pode-se dizer que o melhor mês para plantar a grama Esmeralda é durante os meses mais quentes e com chuvas regulares — o que seria, no Brasil, entre setembro e março.
Todavia, as mudanças climáticas em curso no País e no mundo podem embaralhar um pouco o caráter da previsibilidade do tempo. Ainda assim, o importante é ter em mente que o plantio deve ser feito em períodos quentes, pois o clima quente acelera o enraizamento da espécie e colabora no melhor fechamento do gramado.
O cuidado com a grama Esmeralda inclui irrigação, poda, adubação e olhar atento para pragas e doenças. A rega deve ser frequente nos primeiros 30 dias para favorecer o enraizamento, sendo que o início da manhã é o período ideal, pois se a irrigação for feita no final da tarde ou à noite, a grama ficará molhada por muito tempo e isso pode favorecer o surgimento de fungos e aumentar o risco de apodrecer as raízes.
Manter o corte regular, sem deixar a grama muito alta, é fundamental para a saúde do gramado. O corte correto pode inclusive contribuir para o desenvolvimento da grama Esmeralda. Afinal, é preciso cuidar do tamanho das folhas, pois o crescimento desenfreado torna o solo abafado e pode prejudicar as estruturas.
Por outro lado, se a grama ficar muito curta, ela tende a enfraquecer e isso facilita a proliferação de ervas daninhas, o surgimento de doenças e ataques de pragas. Por isso, a altura ideal nunca deve ser abaixo de 3 cm. A frequência do corte também deve ser observada, mas no verão, o ideal é cortar a cada 7 ou 15 dias.
Assim como qualquer planta, a grama também precisa de nutrientes para crescer forte e saudável. Entre eles, o nitrogênio, fosfóro e potássio (NPK) são essenciais e ideais para resultados rápidos. No entanto, os micronutrientes também desempenham papéis vitais no desenvolvimento do gramado. O ferro (Fe), por exemplo, é fundamental para a formação da clorofila e, consequentemente, para a fotossíntese, influenciando diretamente a intensidade e a uniformidade da coloração verde. Já o zinco (Zn) atua no metabolismo enzimático e hormonal, sendo importante para o desenvolvimento radicular e a adaptação da planta a diferentes condições de solo. Em média, o gramado pode ser adubado a cada 3 meses, mas é importante identificar, prevenir e corrigir deficiências nutricionais.
Por fim, é preciso observar pragas e manchas. Existem quatro principais doenças que atingem as gramas, todas causadas por fungos: dollar spot; ferrugem pythium (também conhecida como mancha óleo ou mancha de algodão); Rhizoctonia solani; e Curvulária spp. Entre as pragas da grama, destacam-se os insetos como a cochonilha, as lagartas, os cachorrinhos da terra e os conhecidos cupins e formigas.
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A grama Esmeralda é indicada para regiões de clima quente devido a sua boa tolerância ao sol e à seca, desenvolvendo-se bem mesmo com menor disponibilidade de água. Suas folhas são finas e ela é ideal para áreas decorativas e de baixa manutenção.
A grama São Carlos, por sua vez, é muito resistente ao frio e tem boa tolerância à sombra. De certo modo, ela também pode ser utilizada em regiões quentes, embora ainda não se adapte bem ao clima seco, pois precisa de muita água, característica que a faz se adaptar bem à umidade.
A grama São Carlos tem folha larga, tolera mais sombra e é indicada para áreas de uso mais intenso. Assim, tanto a Esmerada quanto a São Carlos têm boa estética, mas usos diferentes.
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