Postado em 13 de maio 2025
O bom enraizamento da planta é uma etapa decisiva para o seu melhor desenvolvimento e a capacidade de absorver água e nutrientes. Seja qual for a cultura, para crescer bonita e forte, ela precisa de um sistema radicular bem desenvolvido, que capte no solo todos os elementos essenciais à sua nutrição.
Afinal, um sistema radicular saudável influencia diretamente na produtividade e na resistência da cultura. Raízes mais fortes e saudáveis melhoram a resistência diante de fatores como seca, pragas e doenças. Além disso, plantas com raízes vigorosas tendem a ser menos suscetíveis a doenças fúngicas e conseguem aproveitar de forma mais eficiente a água e os nutrientes disponíveis no solo.
Neste artigo, você poderá saber mais sobre fatores, técnicas e soluções práticas para o melhor enraizamento de plantas. Siga a leitura e aprenda com facilidade!
O enraizamento é o processo de formação e crescimento das raízes. Por sua vez, raízes fortes são essenciais para a absorção d'água e dos nutrientes. Desse modo, a importância do melhor enraizamento de plantas é um passo decisivo para que a cultura cresça com equilíbrio e também aumente sua resistência a doenças e estresses.
Há diversos fatores que interferem no enraizamento de plantas, sendo que as questões ambientais estão entre as mais sensíveis e determinantes para o correto desenvolvimento da cultura. Podemos destacar, por exemplo, as condições do solo e a presença de nutrientes nele, o clima da região (hoje afetado pelas mudanças climáticas) e a disponibilidade hídrica como fatores determinantes para o bom crescimento das raízes.
Confira abaixo alguns pontos importantes e que merecem atenção no manejo diário deste processo:
Não é exagero dizer que o sucesso do enraizamento de qualquer planta começa pela qualidade do solo. Um solo bem estruturado, aerado, com alto teor de matéria orgânica e com boa drenagem é a base para que as raízes possam se desenvolver da melhor maneira.
Por isso, o produtor precisa ter atenção com solos compactados que dificultam o crescimento das raízes, a absorção de água e nutrientes pelas plantas, aumentando a chance de erosão. Para que nada disso aconteça, o solo deve ter boa porosidade e drenagem.
Nessa etapa, a análise de solo é uma grande aliada, permitindo entender sua composição e assim corrigir eventuais problemas físicos ou químicos, como a acidez do solo desfavorável ou deficiência nutricional. O objetivo da qualidade do solo é manter níveis favoráveis de matéria orgânica, considerando que o sistema radicular da planta está diretamente ligado com sua produtividade.
A água é um componente vital para as trocas celulares e o funcionamento metabólico das raízes. Para o melhor enraizamento de plantas, a umidade do solo deve ser mantida em níveis adequados, mas com o devido cuidado, pois a umidade excessiva pode causar o apodrecimento das raízes.
Assim, tanto o excesso quanto a falta de umidade podem prejudicar o desenvolvimento radicular. Se houver escassez d'água, a cultura sofre prejuízos que resultam em qualidade inferior e redução na produtividade. Por outro lado, se houver irrigação em excesso, pode apodrecer as raízes.
Nesse sentido, o manejo da irrigação demanda cuidado. Uma dica: durante o enraizamento, a irrigação deve ser feita preferencialmente pela manhã, evitando a formação de umidade excessiva à noite, o que pode levar ao apodrecimento das raízes.
Acima de tudo, o agricultor deve se prevenir dos possíveis problemas e realizar um bom manejo da irrigação, escolher um substrato adequado e monitorar com regularidade as condições do solo.
Em tempos de mudanças climáticas e fenômenos extremos cada vez mais fortes e frequentes, a temperatura e o clima são desafios significativos para o trabalho no campo. Em termos gerais, temperaturas muito altas ou muito baixas prejudicam o enraizamento de plantas.
Portanto, a temperatura moderada costuma ser a ideal para a maioria das culturas, com exceção de plantas particularmente mais adaptadas a climas frios ou mais quentes. Porém, vale ressaltar que com a melhoria genética, existem culturas adaptadas para diferentes climas e regiões do Brasil.
Junto com a temperatura e o clima, a luminosidade é um ponto importante. Em algumas culturas, é melhor que as raízes não sejam expostas à muita luz intensa para evitar o estresse da planta. Raízes bem desenvolvidas criam maior estabilidade e ajudam a planta a resistir melhor a intempéries climáticas, como ventos fortes ou períodos de estiagem, ancorando a planta no solo e garantindo estabilidade e suporte.
Divididos entre macronutrientes e micronutrientes para plantas, existem 14 nutrientes minerais que são essenciais às plantas. Nesta lista, alguns são particularmente importantes no início do desenvolvimento radicular, como fósforo, cálcio, zinco, molibdênio e potássio.
Para que a demanda nutricional do enraizamento da planta seja bem atendida, uma adubação equilibrada e bem posicionada é muito importante para uma plantação mais vigorosa e resistente a doenças. Mas atenção: substratos com alta concentração de nutrientes devem ser evitados no início do plantio, pois o excesso de fertilizantes pode prejudicar o enraizamento. O equilíbrio é a chave do processo.
O pH do substrato também deve ser monitorado dentro de parâmetros adequados à cultura para favorecer a absorção de nutrientes essenciais para o desenvolvimento radicular. Também é importante o produtor evitar o plantio em solos com pH muito ácido ou alcalino, que podem afetar a absorção de nutrientes essenciais.
Você talvez não saiba, mas há fungos e bactérias que são benéficos na absorção de nutrientes e auxiliam na proteção contra doenças. Exemplos são microrganismos como micorrizas e rizobactérias, que desempenham papel crucial no enraizamento de plantas, aumentando a capacidade de absorção de água e nutrientes, e promovendo a saúde e resistência das plantas
As micorrizas são associações simbióticas entre fungos e raízes de plantas. Elas formam uma rede de estruturas fúngicas que se estende além das raízes e aumenta a área de superfície para absorção de água e nutrientes, especialmente fósforo, que é difícil de absorver. As micorrizas ainda aumentam a resistência da planta a estresses como seca, doenças e patógenos.
Por sua vez, as rizobactérias são bactérias que colonizam a rizosfera (região ao redor das raízes) e produzem fitormônios como auxinas, que estimulam o crescimento e a formação de raízes. As rizobactérias também solubilizam nutrientes, tornando-os mais acessíveis para as plantas, além de competirem com patógenos por nutrientes e espaço, o que acaba reduzindo a incidência de doenças.
Vale destacar o papel dos ácidos húmicos em proporcionar um ambiente favorável à atividade de microrganismos benéficos do solo, como micorrizas e rizobactérias. Esses compostos orgânicos melhoram a estrutura física do solo, promovem maior retenção de umidade e aumentam a biodisponibilidade de nutrientes. Essa interação sinérgica estimula o desenvolvimento do sistema radicular e potencializa o enraizamento, resultando em plantas mais vigorosas e resilientes.
Existem diversas práticas e tecnologias que ajudam no estímulo ao desenvolvimento radicular. Podemos citar como boas alternativas os fertilizantes específicos, bioestimulantes e condicionadores de solo. Além destes, sistemas como a hidroponia permitem um controle mais preciso da nutrição, o que também favorece o enraizamento de plantas.
Aminoácidos, extratos vegetais e hormônios naturais são produtos que ativam o crescimento radicular e, quando usados adequadamente, podem acelerar a formação de novas raízes. Vale destacar os biofertilizantes de origem natural, como algas marinhas e aminoácidos.
A síntese de fitormônios promotores de crescimento vegetal (como auxinas, citocininas e giberelinas) pode também ser estimulada pela presença dos ácidos húmicos e fúlvicos, o que causa maior desenvolvimento das raízes devido ao aumento da divisão celular e alongamento das células radiculares, favorecendo o desenvolvimento do sistema radicular.
Conhecido de muitos produtores, outra opção é fazer a adubação do solo utilizando fertilizantes minerais associados a bioestimulantes. Isso porque os bioestimulantes potencializam a absorção dos nutrientes presentes tanto em compostos orgânicos quanto na forma mineral fornecida pelo fertilizante, o que por sua vez irá colaborar no enraizamento de plantas. Uma boa dica é o uso do BioGain Liq A 50, fertilizante enraizador à base de algas marinhas Ascophyllum nodosum, que exerce ação bioestimulante, promovendo o aumento do enraizamento das plantas.
Os condicionadores de solo são produtos que melhoram a estrutura do solo por meio de suas características físicas, químicas e biológicas, facilitando assim o crescimento das raízes e promovendo um ambiente mais favorável para o desenvolvimento das plantas.
Os condicionadores atuam na recuperação da estrutura do solo, fertilidade e microbiota, além de criar as melhores condições para o enraizamento. É por essas qualidades que os condicionadores de solo contribuem para o desenvolvimento saudável das plantas.
Geralmente, os condicionadores de solos se caracterizam por concentrar grandes quantidades de matéria orgânica, ácidos húmicos e fúlvicos, entre outros compostos. Com sua aplicação, o solo passa a reter melhor a água e os nutrientes, além de se tornar mais aerado, o que favorece o crescimento radicular e a absorção de nutrientes pelas plantas.
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Na técnica de plantio conhecida por hidroponia, ou cultivo sem solo, a água fornece os nutrientes necessários ao crescimento das plantas. Por isso, o enraizamento da planta depende diretamente da solução nutritiva.
Na hidroponia, o solo é substituído por uma solução nutritiva que circula num sistema hidráulico, suprindo as plantas dos nutrientes necessários ao seu desenvolvimento diretamente nas raízes.
As soluções nutritivas para hidroponia são um elemento fundamental para o crescimento saudável das plantas cultivadas com essa tecnologia. Tanto os nutrientes quanto as águas utilizadas precisam ser muito bem balanceadas, sendo que a solução nutritiva é um componente fundamental e merece cuidado. Por exemplo, a água precisa ter um pH entre 5,8 e 6,5 e a formulação da solução deve estar equilibrada, ajustando macro e micronutrientes conforme a fase de desenvolvimento da planta. Uma solução bem formulada também contribui para manter o pH estável ao longo do ciclo.
Os níveis de nutrientes também devem ser monitorados e repostos para manter as proporções adequadas, o que favorecerá o enraizamento e o crescimento contínuo da planta. No sistema de hidroponia, a nutrição acontece de modo contínuo para o correto crescimento da cultura.
É importante destacar que cada tipo de planta possui características específicas quando se trata de formação de raízes. Hortaliças, grãos, frutíferas e plantas ornamentais exigem cuidados distintos. Por isso, é importante adaptar o manejo conforme a cultura cultivada para garantir um enraizamento eficiente.
Confira alguns exemplos e suas dicas:
O produtor deve ter atenção com o fato das hortaliças terem ciclo curto e precisarem de enraizamento rápido. Por isso, a fase inicial do enraizamento da planta é decisiva. Para uma boa colheita, a muda deve ter uma raiz bem formada e o substratos usado precisa ser adequado.
As hortaliças são sensíveis ao estresse hídrico devido aos seus sistemas radiculares rasos. Para o enraizamento ideal, a irrigação da hortaliça deve ser planejada de modo a garantir umidade constante no solo, mas sem encharcá-lo, pois o excesso d'água facilita a proliferação de doenças fúngicas ou bacterianas. O solo deve ser molhado por pouco tempo, mas com maior frequência.
A temperatura ideal é entre 18°C e 22°C, pois no caso da alface, por exemplo, ela não aguenta calor excessivo (inclusive prejudica a formação de raízes). Todavia, vale ressaltar que com a melhoria genética, existem variedades de hortaliças adaptadas para diferentes climas e regiões do Brasil.
Grãos e cereais são culturas que exigem raízes profundas para ter maior capacidade de tolerar períodos de seca. Afinal, raízes bem desenvolvidas criam maior estabilidade e ajudam a planta a resistir melhor a intempéries climáticas, como ventos fortes ou períodos de estiagem, ancorando a planta no solo e garantindo estabilidade e suporte.
No caso específico do enraizamento do milho, quanto maior o volume radicular, maior o volume de solo explorado e, desse modo, maior a absorção de água e nutrientes. Todavia, vale ressaltar que a distribuição das raízes pode variar conforme as características do solo, profundidade dos horizontes, impedimento físico, entre outros aspectos.
Outro cuidado importante é promover a rotação das culturas, o que contribui para evitar o esgotamento de nutrientes e, consequentemente, promover mais saúde à microbiota do solo. No mesmo sentido, a técnica do plantio direto colabora na estrutura do solo e, consequentemente, na formação e fixação das raízes.
As árvores frutíferas precisam de raízes bem desenvolvidas para sustentar o crescimento por vários anos. Para isso, é importante preparar o solo adequadamente antes do plantio, escolher estacas de boa qualidade e utilizar enraizadores.
Também é importante observar a quantidade de raízes das estacas, pois quanto maior o número de raízes, maior o vigor da muda. Portanto, não se iluda: o maior comprimento de raízes, mas em menor número leva a formação de mudas menos vigorosas.
Ainda na preparação do solo, o substrato utilizado deve proporcionar uma boa aeração e boa drenagem para evitar o apodrecimento das raízes. A frequência do aporte de nutrientes após o transplante varia conforme a cultura, podendo ser feito de duas a três vezes por semana ou até mesmo diariamente, caso necessite de um maior vigor e desenvolvimento das mudas.
Quem procura plantas ornamentais e flores normalmente vai em busca de algo bonito. O que muitos talvez não saibam é que todo o apelo estético depende de uma planta saudável e isso começa pelas raízes.
Para o melhor enraizamento de plantas ornamentais e flores, vale seguir um conjunto de dicas, começando por usar um corte fresco e limpo, remover folhas extras, usar um hormônio enraizador manter o substrato úmido e garantir luz filtrada.
Criar um microclima favorável é também importante. Para isso, cubra as estacas com saco plástico transparente ou crie um ambiente de estufa com uma garrafa PET para manter a umidade e o calor, estimulando o crescimento das raízes.
O substrato, por sua vez, deve ser mantido levemente úmido para o desenvolvimento das raízes, com cuidado para não encharcar e causar apodrecimento. Após o enraizamento, a planta precisa ser aclimada gradualmente ao sol direto.
Ainda que o produtor preste atenção em todas as fases do enraizamento da planta, mesmo assim alguns problemas podem afetar o crescimento das raízes. Os mais comuns são a falta de nutrientes, doenças, a compactação do solo, dentre outros fatores. A seguir, explicamos como identificar esses problemas e o que fazer para resolvê-los.
A dificuldade do crescimento das raízes, por exemplo, pode ocorrer por compactação do solo, excesso de água ou falta de nutrientes. A falta de nutrientes pode afetar a planta de forma sutil no início, mas com sinais visíveis à medida que o problema avança, como o amarelecimento (clorose) das folhas mais velhas ou novas, o crescimento lento ou travado, além das próprias raízes pouco ramificadas ou frágeis.
Já o excesso de água durante o enraizamento da planta pode causar o apodrecimento das raízes e a falta de oxigênio no solo, o que compromete o desenvolvimento da planta. Por isso, é fundamental manter o manejo adequado da irrigação e drenagem para regular a umidade do solo e o fornecimento de água às plantas.
Por sua vez, a compactação do solo, ao dificultar a aeração e a drenagem, impacta na absorção dos nutrientes ao mesmo tempo em que dificulta o crescimento e espalhamento das raízes.
Na agricultura, uma coisa leva à outra. Se na etapa do enraizamento da planta faltar nutrientes, as raízes param de crescer. A deficiência nutricional compromete o enraizamento e limita a formação de raízes saudáveis e robustas. Para saber se isso está acontecendo, o método mais comum é a observação visual dos sintomas e a análise química do tecido vegetal para avaliar o estágio da nutrição da planta.
A observação visual permite conferir se a planta tem alguma deficiência ou toxidez causada pela falta ou excesso de nutrientes, causando o crescimento lento ou coloração anormal. Quando isso acontece, é comum a planta apresentar sintomas da nutrição para plantas em desequilíbrio.
Mas atenção: a observação visual costuma ser complementar a análise de solo, fundamental no diagnóstico. Para identificar deficiência nutricionais, os testes de solo, a análise foliar e a medição do pH do solo cumprem papel relevante. Se a correção do solo for economicamente inviável, uma alternativa é fazer a fertilização foliar como complementação nutricional, evitando que mais nutrientes precisem ser adicionados no solo.
O período do enraizamento de plantas pode ser suscetível a algumas doenças, como fungos e nematoides que atacam as raízes e acabam limitando sua capacidade de absorver nutrientes. Dentre os sintomas mais comuns de algo não vai bem, podemos citar as raízes escurecidas ou apodrecidas.
Assim, para evitar esse tipo de problema, o controle biológico e a rotação de culturas são boas estratégias para prevenir doenças e o surgimento de patógenos nas plantas, especialmente em sistemas agrícolas e no cultivo de plantas ornamentais. Ambas ajudam a manter o equilíbrio ecológico, prevenir o aparecimento de pestes e fortalecer a saúde do solo e das plantas.
O controle biológico trata do uso de organismos vivos (como insetos, fungos, bactérias ou outros microrganismos) para combater pragas e doenças, em vez de recorrer a defensivos químicos.
Já a rotação de culturas se baseia na alternância de diferentes espécies vegetais em uma mesma área ao longo do tempo, evitando o cultivo contínuo da mesma planta. Essa prática quebra o ciclo de pragas e patógenos específicos de determinadas culturas, reduzindo sua incidência. Além disso, contribui para o equilíbrio nutricional do solo, evita seu esgotamento e favorece a diversidade e a atividade da microbiota benéfica.
Um solo compactado compromente o enraizamento das plantas, sendo um dos principais fatores limitantes do crescimento radicular de culturas agrícolas. O perigo é que a compactação pode ser invisível, mas muito prejudicial, principalmente se não for percebida a tempo. Por isso, o jeito é garantir que o solo esteja bem estruturado, com boa porosidade e drenagem.
A compactação dificulta o crescimento das raízes em profundidade, mas pode ser minimizada com práticas como a subsolagem. Além de reduzir o crescimento radicular, a compactação do solo reduz a produtividade devido a menor absorção de água e nutrientes.
Assim, um solo bem estruturado e com porosidade adequada é fundamental para proporcionar uma boa aeração e drenagem, permitindo que as raízes se desenvolvam de maneira saudável. Práticas como análise e correção da acidez do solo (pH) são importantes, assim como a aplicação de matéria orgânica e o manejo adequado da compactação.
Depois de tudo o que aprendemos, não resta dúvida de que o enraizamento é a base fundamental de toda planta saudável. Afinal, plantas sem um sistema radicular robusto têm dificuldades para atingirem seu potencial máximo, levando a colheitas menores. Sendo assim, não se deve medir esforços nessa etapa crucial do plantio. É investindo num solo de qualidade, na nutrição equilibrada e em práticas corretas de manejo que o retorno em produtividade ocorrerá ao final do processo.